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Bem Vindo ao Site da ONG Ativa Búzios

A Ativa Búzios tem como objetivo principal o acompanhamento permanente da gestão dos recursos públicos municipais, defendendo a preservação dos valores e do patrimônio do município.
A Ativa Búzios é uma Organização Não Governamental, sem vínculo religioso ou político-partidário, composta de pessoas amigas, nascidas ou residentes em Búzios interessadas em promover, de acordo com seus talentos ou aptidões, a integração entre as reais necessidades da comunidade e as políticas públicas de investimento e gestão.
A Ativa Búzios atua na mobilização das forças sociais da cidade estimulando a comunidade a exercer, plenamente, sua cidadania. 



Prezados Cidadãos,
 
A ONG ATIVA BÚZIOS tem um posicionamento discordante das matérias que vêm sendo publicadas, no Jornal Primeira Hora, e que dizem respeito à vaga da Fundação Bem-te-Vi, no CMMA – Conselho Municipal de Meio Ambiente.

Ao longo do processo eleitoral para constituição do CMMA, o Sr. Ruy Borba Filho, Curador Presidente da Fundação, conforme documentação cartorária apresentada à 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, e Chefe de Gabinete de Planejamento da Prefeitura, representou a referida Fundação nos atos do processo eleitoral e, em nome dela, assinou e se posicionou, em todos os momentos, garantindo, assim, uma vaga da Fundação, no CMMA, pelo critério territorial. O Chefe de Gabinete de Planejamento também ocupa, pelo segmento governamental, uma vaga, no mesmo conselho.

Frustradas nas tentativas de resolver o tema com o Executivo, tal discordância levou não só a ONG VIVA BÚZIOS, como também 5 entidades civis organizadas, que representam o segmento não-governamental, nesse Conselho, a apresentar representação à 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva – Núcleo Cabo Frio. 

Essa representação, acolhida pelo Ministério Público, resultou em Inquérito Civil Público. Entre as medidas adotadas pela Promotora de Justiça, Denise Vidal, foi a expedição de RECOMENDAÇÃO ao Prefeito Municipal, para que garantisse a paridade do Conselho.

Cabe lembrar que há mais de 1 ano, ao assumir a chefia de gabinete, o próprio Ruy Borba, da tribuna da Câmara Municipal declarou aos Vereadores, conforme   noticiou, no Jornal Primeira Hora, que uma de suas primeiras providências foi se afastar da Fundação Bem-te-vi, pois assim manda a lei. Mas essa informação não foi comprovada, pela documentação apresentada ao Ministério Público. 

Assim sendo, repassamos a REPRESENTAÇÃO, para leitura, pois está muito bem escrita e fundamentada. Agradecemos a divulgação a todos aqueles interessados em ouvir todos os lados do problema.
 
ONG ATIVA BÚZIOS
 
Recomendação do MPRJ:
http://www.4shared.com/document/zOyCdt1R/REC_CMMA_1PJTC_NCF.html
 
 


 
  De Interesse Geral ONDE O EXERCÍCIO DO MAGISTÉRIO TEM SIDO POSSÍVEL

Anonymous enviou "

O magistério, como toda profissão, engloba um conjunto de saberes e práticas específicas que a diferencia das demais. Contudo, no Brasil, é uma profissão que tem se ressentido de uma visão retrógrada, não exclusivamente, mas muito responsável pela proletarização do magistério municipal e estadual, com vistas a oferecer o mínimo de formação ao povo brasileiro. Senão, vejamos.

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  Postado por admin em Quinta, julho 22 @ 11:15:09 BRT (48 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral MPRJ recomenda substituição de membro do CMMA

anny enviou "Búzios: recomendada substituição de membro do Conselho de Meio Ambiente

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Cabo Frio, expediu recomendação ao Prefeito de Búzios, Delmires Oliveira Braga, para que substitua, no Conselho Municipal de Meio Ambiente, Ruy Ferreira Borba Filho, como medida de cumprimento do princípio da moralidade administrativa, paridade e autonomia do órgão.

Indicado pela Administração Pública Municipal, Borba Filho é Chefe de Gabinete de Planejamento, Orçamento e Gestão da Prefeitura, e também Presidente do Conselho Curador da Fundação Bem Te Vi, eleita como representante da sociedade civil organizada no CMMA.

A confusão entre Gestor/Presidente do Conselho Curador de entidade da sociedade civil eleita para integrar o Conselho Municipal e membro efetivo indicado pelo Prefeito é manifesto impedimento para continuidade no cargo, na avaliação da Promotora de Justiça Denise da Silva Vidal, autora da recomendação.

Um Inquérito Civil instaurado em 2009, a partir de representação encaminhada por entidades da sociedade civil organizada, comprovou que houve comprometimento da garantia de paridade, prevista em lei.

“A incompatibilidade indica ainda ofensa direta ao princípio da moralidade administrativa que em sua essência estabelece a observância obrigatória por aquele que exerce cargo público de valores específicos inerentes à natureza da relevante atividade, que impede a representação de interesses públicos e privados simultaneamente, e a defesa dos valores norteadores do sistema jurídico, ainda que dissonantes de sua visão pessoal”, sustenta a Promotora.

Uma das provas citadas na Recomendação é que, na eleição para a constituição do CMMA, Borba Filho assinou listas de presença em reuniões, assembleias e votações como representante da Fundação.

Outro fato citado na Recomendação é que, em todas as votações durante a elaboração do Regimento Interno, o conselheiro Kauê Alessy Torres, co-gestor da Fundação Bem Te Vi e representante da sociedade civil no CMMA, acompanhou o voto de Borba Filho. De acordo com o Estatuto Social da Fundação Bem Te Vi, Torres está subordinado a Borba Filho na gestão da entidade.

O MP requer a aplicação do artigo 3º, parágrafo 3º da Lei Municipal 741/2009, que diz que, em caso de impedimento verificado no decorrer do mandato, o responsável pela indicação, Prefeito ou entidade civil, deverá indicar novo membro efetivo e novo suplente para o CMMA.

Se, em 10 dias, a Prefeitura não cumprir a Recomendação, o MP vai demandar ao INEA a suspensão de um convênio firmado com o Município para descentralização de licenciamento ambiental no âmbito local, política pública que exige o adequado funcionamento do Conselho. O MPRJ estuda ainda o ajuizamento de ação civil pública no sentido de restaurar o equilíbrio e a paridade de representação no CMMA.

Fonte:
http://avozdaregiaoonline.com.br/index.php?secao=paginas/exibirnoticia&nid=7660
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  Postado por admin em Terça, julho 06 @ 17:50:43 BRT (142 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios ATIVA BÚZIOS NA TRIBUNA POPULAR DA CMAB - I

anny enviou "29/06/2010

Vivemos em uma sociedade capitalista. Tudo tem dono. Todo mundo quer ser proprietário de alguma coisa. A propriedade adquiriu, ao longo dos séculos, uma importância exacerbada prejudicando, muitas vezes, o aspecto social e os valores humanos. As conseqüências dessa concepção exclusivamente capitalista destroem a própria sociedade que a criou, escravizando os seres humanos com seus próprios desejos.
Neste contexto, o direito à propriedade era absoluto. O proprietário podia fazer tudo e de qualquer forma dentro de determinado território, sem a intervenção de nenhuma pessoa ou do próprio estado.
Na propriedade privada, o proprietário tornava-se rei. Havia, assim, desrespeito de direitos humanos fundamentais sem punição. Até o ponto em que a sociedade, vendo as arbitrariedades, começou a questionar o direito à propriedade. Não se podia mais tolerar abusos de poder, violências e mortes em prol da proteção ilimitada do direito à propriedade privada.
O direito transformava em relativo, ao atribuir novas condições para seu uso. A Constituição Federal do Brasil de 1988 afirma em seu art.5°, XXII que a todos é garantido o direito de propriedade. Porém, logo em seguida, no inciso XXIII, relativiza-o ao declarar que a propriedade atenderá a sua função social.
Mas o que é a função social da propriedade?
Anteriormente, considerava somente seu lado econômico, ou seja, sua produtividade econômica era a chave de tudo. Com a Constituição Federal de 1988, o conceito de função social foi modificado. O seu lado econômico permaneceu, porém outros atributos, também relevantes, foram acrescentados.
Para caracterizar a função social da propriedade rural, temos:
Art. 186 da CF/88 – A função social é cumprida quando a propriedade rural atende, simultaneamente, segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei,
aos seguintes requisitos:
1. Aproveitamento racional e adequado da propriedade;
2. Utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente;
3. Observância das disposições que regulam as relações de trabalho;
4. Exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores.
Como se verifica, a propriedade para ser considerada com função social deve preencher esses quatro requisitos. Não um ou dois, mas os quatros simultaneamente.
Se faltar um deles está descaracterizada a função social.
Então, por exemplo: uma propriedade que tenha uma grande produtividade, é altamente rentável, mas que esteja desobedecendo a leis trabalhistas, ao empregar mão de obra escrava está fugindo do conceito de função social.
Ou uma propriedade que está dentro do mínimo de produtividade, respeitando a legislação trabalhista, mas agride o meio ambiente, também tem descaracterizada sua função social.
Outro exemplo: uma propriedade economicamente produtiva, respeitadora das leis trabalhistas e ambientais, mas que proporcione bem-estar apenas ao seu proprietário, também foge de sua função social.
Para caracterizar a função social da propriedade urbana, a CF diz:
"Art. 182. A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei têm por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem- estar de seus habitantes.
2º “- A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor.”
Bem, esse conceito é fundamental para que se verifique a real função social dos empreendimentos que se apresentam sob o manto de trazer o progresso para nossa cidade. Vamos lembrar que precisamos ser referência em meio ambiente (PD, Art.14) para que nossa principal atividade econômica – Turismo – possa se desenvolver gerando empregos e melhorias na vida das pessoas.
Por este motivo os empreendimentos que agridem o meio ambiente prometendo empregos e ações para amenizar as agressões (chamam de mitigar os impactos) não cumprem a função social.Este foi o caso do empreendimento Breezes Resort e poderá ser o caso do Marina Porto Búzios – Expansão.

SUPERCLUBS BREEZES BÚZIOS
Os prédios foram construídos muito perto do mar, sobre o Campo de Dunas de Tucuns. Essa área para o Plano Diretor é Área de Especial Interesse Ambiental – 5.
A Ativa Búzios questionou sobre o assunto ao MPE assim que tomou conhecimento da ameaça de danos ao meio ambiente, ainda na fase de lançamento do empreendimento. Foram abertos dois procedimentos para estudar o problema – uma Ação Popular, iniciativa de ONGs e mais 50 pessoas, e uma Ação Civil Pública iniciativa do MPE.
Mas a justiça brasileira prevê inúmeros recursos jurídicos para adiar as decisões e por isso apesar da obra ter sido paralisada por duas vezes, foi finalizada e deve ser inaugurada em breve.
Ocorre que a primeira providência a ser tomada para julgamento do caso, seria uma perícia para definir se a área ocupada é ou não um campo de dunas. O laudo do perito do juiz de 1ª instância ficou inválido uma vez que não houve o acompanhamento pelo assistente do perito, que seria representante das ONGs.
Portanto o laudo não teve a imparcialidade exigida e por isso foi contestado.
O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) formalizado pelo MPE também foi contestado em 2ª instância, onde uma comissão de desembargadores considerou que a Lei da Ação Popular é mais ampla do que as normas do TAC, nos termos do art.5°, §6°, da Lei 7.347/85 e que a simples formalização de uma obrigação de conduta não afasta o suposto direito de terceiros vitimados pelo dano, uma vez que não fizeram parte do acordo, não implicando, assim, em exclusão da apreciação pelo Poder Judiciário da lesão ou ameaça a lesão a direito, como previsto no art.5°, inciso XXXV, da Constituição Federal.
O direito ao bem tutelado não pertence ao Ministério Público, mas a toda a coletividade. Além disso, a jurisprudência do STJ dita que, “A regra geral é de não serem passíveis de transação os direitos difusos.
O colegiado de desembargadores, então, oficiou ao juiz para que determinasse a suspensão das licenças, a paralisação da obra e multas diárias em caso de descumprimento.
Isto, no entanto, não foi obedecido e como foi detectado um conflito de competência, o assunto foi transferido para o Ministério Público Federal, onde está atualmente.

MARINA PORTO BÚZIOS – EXPANSÃO
A “área dos alagados” está localizada em uma baixada de restinga entre o Loteamento Praia Baía Formosa e o Golf Club, adjacente ao Loteamento Marina Porto Búzios. No Plano Diretor, esta área  é denominada de Zona Especial 30 e Zona Especial 10-A.
A “área dos alagados” tem uma vegetação de restinga, que a caracteriza como Área de Proteção Permanente.
O Plano Diretor do Município de Armação dos Búzios em seu art. 80, inciso II, alínea 2º também classifica a vegetação de restinga como área de preservação permanente;
Conforme o EIA-RIMA, a área do empreendimento em relação ao meio ambiente é rico em beleza cênica e paisagística, sem se referir à enorme riqueza em biodiversidade que abriga.
A relevante diversidade e endemismo de plantas nesta área fundamentaram a indicação de Búzios como parte do Centro de Diversidade Vegetal de Cabo Frio-RJ.
Existem aí espécies ameaçadas de extinção listadas oficialmente pelo IBAMA em 1992, na Mata Alagada Temporariamente foram identificadas presença de 7 (sete) espécies vegetais que constam nesta listagem e na Listagem da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).
Quanto à fauna terrestre da área do empreendimento Marina Porto Búzios – Expansão mencione-se ainda que, de acordo com o MMA, todo o litoral norte fluminense é prioritário para conservação de banhados e áreas úmidas costeiras, apresentando importância biológica muito alta.
A área de estudo também pode ser ponto de concentração de aves migratórias que chegam ao litoral brasileiro no mês de setembro, retornando ao seu país
de origem em março ou abril para se reproduzirem.
É importante ressaltar que as áreas alagadas fornecem importantes recursos alimentares e abrigo para as aves migratórias. Neste contexto, cabe citar, também, que as áreas de brejo são de muita importância para a avifauna
Aquática.
Todo esse patrimônio natural deve ser preservado, como manda a lei brasileira e reconhecida sua necessidade através da Convenção de Ramsar – da qual o Brasil é signatário desde 1996, e que tem como seus maiores objetivos evitar a perda das zonas úmidas e promover a sua conservação, reconhecendo suas funções ecológicas fundamentais e seu valor econômico, cultural, científico e recreativo.
A Empresa Empreendedora está divulgando o lançamento como um mega empreendimento Imobiliário, que dará continuidade ao chamado plano de urbanização da área da Marina, nas terras de propriedade da família Modiano (área dos alagados), tendo como principal atrativo a abertura de grandes canais navegáveis e a criação de ilhas em grandes lagoas artificiais de água marinha”.
Estamos preocupados com o provável dano ambiental nas águas subterrâneas, em decorrência da “abertura de canais de água marinha na área continental, causando um desequilíbrio da pressão da água doce do lençol freático com a água do mar.”

Por todos os motivos expostos, solicitamos ao INEA o indeferimento imediato de qualquer licença de construção, por ser tratar de Área de Preservação Permanente, no intuito de evitar gastos desnecessários com projetos e estudos, criando desta forma uma falsa expectativa na população em geral;
Solicitamos a elaboração pelo INEA de planta oficial do local com as marcações das Áreas de Preservação Permanente, para que conste esta restrição no Registro Geral de Imóveis.
Aos vereadores solicitamos a revisão dos parâmetros urbanísticos para a Zona Especial 30 e Zona Especial 10-A, de forma a se adequar à legislação ambiental e cumprir com o princípio da impessoalidade das leis.
Lembremos que cada agressão feita à natureza corresponde uma reação muitas vezes sem precedentes, como é o caso do que está acontecendo na Praia do Forte em Cabo Frio e nas cidades do Nordeste que sofrem com o transbordamento dos rios.
A função social do empreendimento não estará sendo cumprida se não trouxer benefícios a toda a cidade, subtraindo um grande potencial turístico que é o alicerce de sua economia.
"
 
 
  Postado por admin em Sábado, julho 03 @ 20:04:48 BRT (145 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral A maldição do petróleo - Por Edich Decat

anny enviou "
Texto não tão recente, mas que apresenta dados importantes pra galera que gosta de discutir sobre o assunto. Vale a reflexão!!

O Brasil vive hoje um grande dilema: definir o que será feito com as riquezas, de valores ainda inestimáveis, oriundas das reservas petrolíferas na camada do pré-sal. As jazidas, encontradas pela Petrobras, situadas a 7.000 metros abaixo da superfície do mar, se concentram entre o litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, ao longo de 800 quilômetros de extensão por até 200 quilômetros de largura. O petróleo encontrado na região engloba três bacias sedimentares - Santos, Campos e Espírito Santo. O governo entende que, para atingir o objetivo, o atual modelo precisa ser inteiramente revisto. A maioria das cidades pequenas e médias que recebem anualmente milhões de reais por meio de royalties, por exemplo, apresenta baixíssimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). É o que os especialistas chamam de "a maldição do petróleo".

Não há uma estimativa concreta do potencial do pré-sal. Os mais pessimistas falam em algo entre 30 bilhões e 50 bilhões de barris, o que elevaria em cerca de quatro vezes as reservas do País. Mas há quem diga que esse valor pode ser seis vezes maior. Segundo o ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Newton Monteiro, o pré-sal pode guardar 338 bilhões de barris. Caso esse número se confirme, o Brasil poderá ser o maior detentor de reservas provadas do mundo. De acordo com os cálculos de Monteiro, se as estimativas estiverem corretas e considerando-se uma produção inicial de 1 milhão de barris por dia e 45 milhões de metros cúbicos de gás diários, o pré-sal poderá render mais de R$ 47 bilhões em arrecadação de royalties, participação especial e impostos, nos próximos 50 anos.

Diante dessa perspectiva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera a descoberta como "uma ponte direta entre riqueza natural e erradicação da pobreza". Mas, para que essa transformação, de fato, ocorra, as autoridades do setor, a classe política e a sociedade organizada têm pela frente o desafio de construir os alicerces dessa plataforma. No centro do debate está a necessidade de uma atualização do sistema regulatório de exploração de petróleo e gás do País. A necessidade de mudança se torna cada vez mais urgente, visto que as regras atuais incentivam a concentração das compensações financeiras pagas pelo uso das jazidas. As distorções dos repasses são reveladas no estudo Sobre Maldições e Bênçãos: é possível gerir recursos naturais de forma sustentável? Uma análise sobre os royalties e as compensações financeiras no Brasil, realizado pelos pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Bruno Cruz e Márcio Bruno Ribeiro.

A pesquisa revela que, apenas em 2007, o Estado do Rio de Janeiro recebeu, sem incluir os recursos do Fundo Especial, mais de 80% dos royalties arrecadados com o petróleo. Mais de 70% do montante foram distribuídos entre os municípios. O Fundo Especial é formado por uma parcela dos royalties paga pelas concessionárias que atuam na plataforma continental. A alíquota cobrada pode variar de 7,5% a 10% das compensações. O recurso é repassado para todos os estados, territórios e municípios, para ser aplicado em políticas públicas. Em 2008, o valor distribuído foi de R$ 855 milhões.

Levantamento feito por Desafios mostra que, no ano passado, o quadro de concentração dos royalties no Rio de Janeiro praticamente se manteve. Dos R$ 3,2 bilhões repassados aos estados produtores de hidrocarbonetos, R$ 2,2 bilhões foram destinados ao Rio. Em 2008, segundo a ANP, um total de R$ 10,9 bilhões de royalties foi rateado entre os estados, municípios, Comando da Marinha, Ministério de Ciência e Tecnologia e o Fundo Especial.

Do montante destinado aos municípios (R$ 3,7 bilhões), apenas 908 (16,3%), divididos em 17 estados (RJ, SP, ES, MG, RN, SE, BA, PE, CE, AL, PB, RS, SC, PR, PA, AM e AP), receberam compensação financeira pela exploração do petróleo e derivados. Os royalties, que incidem sobre a produção do campo produtor, são recolhidos mensalmente pelas empresas concessionárias por meio de pagamentos efetuados, em moeda nacional, para a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), até o último dia do mês seguinte em que ocorreu a produção.

RISCOS GEOLÓGICOS A partir de 1997, após a instituição da Lei do Petróleo, a alíquota dos royalties passou de 5% para até 10% da produção, podendo ser reduzida a um mínimo de 5%. No cálculo desses percentuais são considerados os riscos geológicos, as expectativas de produção e outros fatores pertinentes. Para se chegar ao valor final dos royalties, é preciso avaliar o preço de mercado do petróleo, gás natural ou condensado; as especificações do produto e a localização do campo, que pode estar na plataforma continental ou em alto mar. Atualmente, a maior parte do petróleo extraído no País vem dessa segunda alternativa. Nesse caso, o repasse dos royalties das empresas que pagam alíquotas acima de 5% é feito da seguinte forma: 25% para o Ministério da Ciência e Tecnologia; 22,5% para os estados confrontantes com campos; 22,5% para os municípios confrontantes com campos; 15% para o Comando da Marinha; 7,5% para o Fundo Especial; e 7,5% para os municípios afetados por operações nas instalações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.

Além dos royalties, as concessionárias devem pagar ao governo bônus de assinatura realizado no ato do contrato e pela ocupação ou retenção de área. Apenas no ano passado, a arrecadação desse último dispositivo foi de R$ 139 milhões. Os campos mais rentáveis e de larga produção também pagam participação especial de até 40% sobre a receita líquida trimestral. As alíquotas dependem da localização da lavra (onshore ou offshore), do número de anos da produção e do volume trimestral de produção. Em 2008, foram arrecadados R$ 11,7 bilhões com a participação especial. Desse total, R$ 5,8 bilhões foram transferidos para a União.

Em 2008, a produção de petróleo e gás natural da Petrobras no País (em barris de óleo equivalente) foi de 2.175.896 barris/ dia. Esse volume é 5,4% superior ao registrado em 2007. De acordo com a companhia, a produção exclusiva de petróleo atingiu a média diária de 1.854.655 barris, com um aumento de 3,5% sobre 2007, e a de gás natural chegou a 51 milhões de metros cúbicos diários e ficou 17,8% maior do que a média do ano passado.

LUGAR ERRADO Além da disparidade na distribuição dos recursos, outra questão que chama a atenção dos pesquisadores do Ipea é o fato de o maior volume das compensações financeiras ficarem com as cidades consideradas ricas. "Quando se analisa a situação econômica dos municípios, observase que, além dos recursos dos royalties estarem concentrados em poucos, grande parte deles estaria em regiões classificadas como Alta Renda e Dinâmica segundo a tipologia adotada pelo Ministério da Integração Nacional e, portanto, considerados não elegíveis segundo os critérios da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR)", destaca trecho do estudo.

No topo da lista dos que tiveram os cofres recheados pelos royalties do petróleo estão cinco cidades do Rio de Janeiro: Campos dos Goytacazes (R$ 559 milhões), Macaé (R$ 406 milhões), Rio das Ostras (R$ 162 milhões), Cabo Frio (R$ 144 milhões) e Quissamã (R$ 101 milhões). O valor dos repasses realizados, em 2008, para as prefeituras dessas localidades é maior do que o total transferido a todos os outros municípios dos 16 estados beneficiados pelos royalties.

Apesar de ser líder em volume de repasses, Campos dos Goytacazes aparece na 445º posição no ranking nacional de desenvolvimento municipal realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Já o município de Quissamã é apenas o 1.290º da lista. O levantamento realizado pela entidade abrange, com igual ponderação, as três principais áreas de desenvolvimento humano: emprego e renda, educação e saúde. Em relação aos municípios fluminenses, Campos dos Goytacazes e Quissamã ocupam a 17º e a 45º colocação, respectivamente.

"A literatura empírica mais recente traz algumas evidências que apontam que os recursos recebidos não têm gerado retornos às localidades beneficiadas na área social e ambiental. Tampouco, não têm promovido a justiça intergeracional, no sentido de compensar as gerações futuras, sob a forma de poupança ou de investimentos, pela exploração presente de uma fonte de energia esgotável", adverte Ribeiro.

CUSTEIO DA MÁQUINA Pesquisa realizada pelo economista Sérgio Gobetti revela que parte dos royalties é aplicada para cobrir gastos com o custeio da máquina pública. Tal iniciativa fere a Lei 7.990/89 que veda a aplicação dos recursos em pagamento de dívida e no quadro permanente de pessoal. "As despesas com pessoal do Poder Legislativo, por exemplo, estão limitadas ao teto de 6% da Receita Corrente Líquida (RCL) na esfera municipal. Isso significa que o aumento das transferências provenientes de royalties cria um estímulo, via aumento da RCL, para que as Câmaras de Vereadores utilizem o espaço fiscal que possuem para elevar suas despesas", destaca Gobetti, doutor em Economia pela Universidade de Brasília (UnB).

Após analisar dados do Tesouro Nacional, o economista constatou que o gasto per capita com os legislativos é maior entre os municípios mais beneficiados pelas rendas do petróleo. Na amostra, feita com 4.364 localidades, a despesa com vereadores representa R$ 32,34 por habitante na média total. Esse valor sobe para R$ 49,09 entre os 100 maiores beneficiários pelos royalties do petróleo. Já entre os beneficiários de outros tipos de royalties, a média é de R$ 36,28. E entre os que chamados "sem royalties", R$ 30,90.

De acordo com o estudo, de maneira geral, os gastos totais com pessoal são mais elevados no grupo dos 100 principais beneficiários dos royalties, ultrapassando em 33% a média per capita dos demais municípios recebedores desse tipo de compensação financeira. Gobetti revela, ainda, que o montante destinado para investimentos praticamente é o mesmo entre os grupos de municípios. Ou seja: os que recebem mais tendem a gastar em obras o mesmo valor daqueles com menor repasse.

"As evidências reunidas indicam, portanto, que há um sobrefinanciamento de alguns nichos da esfera municipal e que isso não está gerando nem retorno social à população das localidades impactadas pelas atividades petrolíferas, nem ações preventivas no sentido de preparar economicamente essas regiões para um futuro sem petróleo. Mais do que isso, podemos dizer que, em alguns casos específicos, há fortes indícios de desperdício de recursos públicos, o que coloca na ordem do dia a discussão sobre novos critérios de partilha das rendas do petróleo", ressalta.

ECONOMIA A diferença entre volume de royalties e o crescimento da economia local também é outra realidade que chama atenção. Pesquisa realizada pelo economista Fernando Postalis mostra que os municípios contemplados com tais recursos crescem menos do que aqueles que não recebem os repasses. Além disso, segundo o estudo, quanto maior o volume de royalties transferidos, menor tende a ser o crescimento econômico do município.

"Os resultados confirmam a chamada 'maldição dos recursos naturais' da literatura mundial, mostrando que os municípios contemplados com royalties cresceram menos que os municípios que não receberam tais recursos. Em geral, para cada 1% adicional de royalties observa-se uma redução de cerca de 0,06% na taxa de crescimento do município", destaca Postalis, doutor em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

Um dos exemplos clássicos da maldição dos recursos naturais, lembrada por Postalis, ocorreu na Holanda na década de 1960. Na ocasião, a descoberta de jazidas de gás natural gerou resultados pífios no campo social e econômico. O boom exportador do produto levou à valorização da moeda local e consequentemente a um crescimento das importações. A busca por mercadorias importadas tirou a competitividade dos produtos holandeses e levou a indústria local à recessão. Esse fenômeno é conhecido como "doença holandesa". "Acho que de certa forma estamos passando por essa maldição. E se nada for feito, principalmente quanto à divisão dos recursos, a situação pode se agravar", avalia Marcio Bruno.

FANTASMAS Diante do desafio de espantar a maldição dos recursos naturais, pelo menos em relação ao pré-sal, a União começa a preparar o terreno. Desde o ano passado, técnicos do Palácio do Planalto estudam a criação de uma estatal que atuará nos moldes do sistema implantado na Noruega, terceiro maior exportador de petróleo do mundo. Entre as medidas adotadas pelo país nórdico está a criação de um fundo centralizado no governo federal. Caso esse modelo seja adotado no Brasil, as empresas privadas, a princípio, não participarão da exploração do présal, ou seja, as novas descobertas ficariam totalmente com a União. A proposta, no entanto, ainda deve ser concluída e encaminhada ao Congresso Nacional.

Nesse meio tempo, congressistas buscam apoio para a aprovação dos próprios projetos que tramitam na Câmara e no Senado. Atualmente, apenas no Senado, existem 30 projetos de lei sobre royalties. Quase a metade foi criada no ano passado. Embora a maioria dos autores das propostas defenda mudanças do atual modelo de distribuição, não há consenso quanto ao destino dos repasses.

Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), os recursos provenientes da participação especial e dos royalties excedentes a 5% do valor da produção de petróleo e gás deveriam ser aplicados em ações nas áreas de educação de base e de ciência e tecnologia. "Diferentemente dos impostos, cujas receitas não podem ser vinculadas, nada há a obstar a previsão ou determinação de que os royalties sejam utilizados na implementação de ações que beneficiem a população e o desenvolvimento de novas tecnologias. É com essa preocupação que vislumbramos a possibilidade de atrelar esses recursos, exclusivamente, a ações na área de educação de base e de ciência e tecnologia, conferindo uma aplicação mais nobre para esses recursos", diz. "Quem sabe, com isso, estaremos acenando para um futuro mais promissor para um segmento significativo da população".

O senador também é autor de um segundo projeto que cria o "royalty verde". De acordo com a proposta, a parcela que exceder os 10% da produção deve ser destinada à conservação da Floresta Amazônica. Os recursos seriam geridos pelo Ministério do Meio Ambiente.

Já o senador Expedito Júnior (PR-RO) defende que o dinheiro repassado ao Fundo Especial do Petróleo seja aplicado na área de saúde. "No ano de 2007, o Fundo Especial arrecadou R$ 576 milhões. Não é muito, se considerarmos as carências de saúde em nível nacional. Mas o Fundo poderá alcançar um montante muito maior em futuro próximo, se considerarmos o potencial dos gigantescos campos de petróleo recém-descobertos em nossa plataforma continental", ressalta o parlamentar

Os pesquisadores do Ipea Márcio Bruno Ribeiro e Bruno de Oliveira Cruz ressaltam que a maior parte destes projetos, a princípio, não assegura às futuras gerações os benefícios provenientes das riquezas do petróleo. "Quando se analisa as propostas mais recentes de mudança na legislação que tratam das compensações financeiras no Brasil, percebe-se que, em sua maioria, procuram combater ou reduzir as distorções ocasionadas pela legislação em vigor, buscando estabelecer maior destinação de recursos para as áreas de educação, saúde, previdência social e infraestrutura e, ao mesmo tempo, uma redução dos recursos destinados aos entes subnacionais. Contudo, ainda são minoria as propostas que tenham alguma preocupação com as gerações futuras, visando objetivos como a preservação ambiental ou a formação de poupança", asseguram os pesquisadores.

Leia o arquivo na íntegra: http://desafios2.ipea.gov.br/sites/000/17/edicoes/48/pdfs/rd48not06.pdf

FONTE:
www.humanomar.com.br
http://desafios2.ipea.gov.br/003/00301009.jsp?ttCD_CHAVE=8395

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  Postado por admin em Segunda, junho 21 @ 20:48:13 BRT (39 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios Iara Rosa - Carta ao prefeito de Búzios

Anonymous enviou "Carta de nossa Queridissima IARA ROSA, Artista Plastica e Escritora buziana ao atual Prefeito de Búzios Mirinho Braga 
Exmo. Senhor Delmires Braga, 
Prefeito de Armação dos Búzios. 


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  Postado por admin em Segunda, maio 10 @ 17:03:20 BRT (161 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios OS de Londrina dá exemplo de acompanhamento de licitação

Anonymous enviou "Ouça a reportagem da Rádio CBN Maringá com o vice-presidente do Observatório Social de Londrina sobre licitação de 53 milhões, da prefeitura daquele município, suspensa por indicação do Observatório. Clique aqui."
 
 
  Postado por admin em Sábado, maio 08 @ 07:13:26 BRT (106 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral Rio das Ostras - Mais um Observatório Social

Anonymous enviou "01/04/2010 - 17:07
Apoio 
Rio das Ostras ganha Observatório Social
De acordo com o analista tributário da Receita Federal, Chrystian Lopes da Silva, desde a emancipação político-administrativa, crescimento populacional da cidade é considerado o maior do interior do Rio de Janeiro, cerca de 10% ao ano. Segundo o portal da transparência do Governo Federal foram repassados em 2009, apenas a título de recursos federais, R$ 255 milhões e a título de royalties da Petrobras o município recebeu mais de R$ 230 milhões no mesmo ano.
 
io das Ostras ganha Observatório Social 

A Rede de Controle Social Observatório Social do Brasil (OSB) passará a contar com mais uma unidade, agora a ser instalada em Rio das Ostras, região dos lagos no Rio de Janeiro. A assembleia para constituição do Observatório Social de Rio das Ostras será no dia 10 de abril (data comemorativa de 18 anos de emancipação político-administrativa do município), às 10 horas, no condomínio de Lojas Maçônicas, na rua Henrique Sarzedas, 486, Parque Zabulão. O processo de fundação está sendo conduzido pela Maçonaria e pela Receita Federal do Brasil. 
Através do Observatório será realizado o acompanhamento dos recursos públicos com a participação, em tempo real, nas licitações, bem como em diversas análises e sugestões, relativas à gestão pública, levadas aos poderes executivo e legislativo locais. 
O objetivo, segundo o representante da Maçonaria, André Azarany, é evitar que os recursos saiam dos cofres públicos por desvios ou má aplicação. O acompanhamento e intervenções serão realizados na Prefeitura e Câmara Municipal. Além disso, o Observatório trabalhará no sentido de levar à comunidade a importância social e econômica dos impostos e, principalmente, busca viabilizar a correta aplicação dos recursos. 
De acordo com o analista tributário da Receita Federal, Chrystian Lopes da Silva, desde a emancipação político-administrativa, crescimento populacional da cidade é considerado o maior do interior do Rio de Janeiro, cerca de 10% ao ano. Segundo o portal da transparência do Governo Federal foram repassados em 2009, apenas a título de recursos federais, R$ 255 milhões e a título de royalties da Petrobras o município recebeu mais de R$ 230 milhões no mesmo ano. “Considero a atuação do Observatório fundamental para conter a corrupção generalizada que impregna todas as esferas de governo. A proposta do OSB demonstra que é possível frear essa prática através do controle social. O município de Rio das Ostras vem recebendo, até agora, repasses milionários a título de royalties. Sua receita é de dar inveja a muita prefeitura. Ocorre que a nossa realidade não chega nem perto do que deveria ser, caso estes recursos fossem aplicados segundo os princípios da moralidade e transparência que devem reger a administração pública”, ressalta. 

A rede 
A Rede de Controle Social Observatório Social do Brasil já está presente em mais de 50 cidades e oitos estados brasileiros, enquanto diversas cidades do estado já estão se mobilizando para a instalação do Observatório Social ainda neste semestre. Os interessados podem acessar o site www.observatoriosocialdobrasil.org.br, para agendar palestra. 
As ações desenvolvidas pela Rede, com sede em Maringá (PR), serão apresentadas na reunião de cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU), marcada para setembro, em Nova Iorque. A ideia de levar o projeto brasileiro para ser apresentado aos 193 países-membros da ONU, nos Estados Unidos, foi de Marielza Oliveira, coordenadora do Instituto de Pesquisa e Treinamento (Unitar) – entidade ligada à ONU. 
Marielza conheceu os projetos do Observatório durante a Conferência Internacional das Cidades Inovadoras (Cici) 2010, realizada em março, em Curitiba. A integrante da ONU considerou a rede do Observatório Social como a única iniciativa mundial que atua na transparência e no controle social de forma organizada e com resultados significativos. 
O tema da reunião, que ocorrerá em setembro, será os Objetivos do Milênio. A diretora executiva do Observatório Social do Brasil, Roni Enara, comenta que a ONU considerou a Rede como o case de transparência e controle do gasto público que cumpre o oitavo objetivo do milênio: Todos juntos trabalhando pelo Desenvolvimento. “Para nós, este é o nível máximo de reconhecimento”, diz. “Apresentar a rede para os 193 presidentes que integram a organização nos dá muita credibilidade.” 

Assessoria de Imprensa - Observatório Social do Brasil 
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  Postado por admin em Segunda, abril 05 @ 01:43:55 BRT (228 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA EM BÚZIOS

Anonymous enviou "
AÇÃO CIVIL PÚBLICA POR ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
 
Processo Nº 0001021-20.2010.8.19.0078
 
TJ/RJ - Primeira instância - Distribuído em 26/03/2010
 
Comarca de Búzios - Cartório da 2ª Vara
 
Endereço: Dois S/N Estrada da Usina
Bairro: Centro
Cidade: Armação dos Búzios
 
Ofício de Registro: Cartório Distribuidor, Contador e Partidor
Ação: Dano ao Erário / Improbidade Administrativa / Atos Administrativos C/C Violação aos Princípios Administrativos / Improbidade Administrativa / Atos Administrativos
 
Assunto: Dano ao Erário / Improbidade Administrativa / Atos Administrativos C/C Violação aos Princípios Administrativos / Improbidade Administrativa / Atos Administrativos
 
Classe: Ação Civil de Improbidade Administrativa
 
Autor  MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Réu  DELMIRES DE OLIVEIRA BRAGA
Réu  CARLOS JOSÉ GONÇALVES DOS SANTOS
Réu  RUY FERREIRA BORBA FILHO
Réu  UBIRATAN DE OLIVEIRA ANGELO
Réu  JOEL ANTÔNIO DE FARIAS
Réu  GESSY VAZ
Réu  NELSON PEREIRA DA CRUZ
Réu  BÚZIOS PARK - ESTACIONAMENTO LTDA
Réu  MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS
 
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  Postado por admin em Quinta, abril 01 @ 13:16:29 BRT (230 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral PF PEDE REFORÇO PARA COMBATER CORRUPÇÃO

anny enviou "
Polícia Federal pede reforço ao governo para combater corrupção

Vasconcelo Quadros, Jornal do Brasil - 27/03/2010

BRASÍLIA - Na fila à espera de uma definição do Ministério do Planejamento, o Plano Estratégico da Polícia Federal é uma rara oportunidade para o presidente Lula deixar ao seu sucessor uma máquina eficaz para combater a corrupção que corrói as finanças públicas. Projetando a Polícia Federal de 2022, o plano prevê a criação novas estruturas para apurar desvios de recursos e é considerada a maior ofensiva institucional dos últimos anos para melhorar as investigações contra os chamados criminosos de colarinho branco.

O plano mexe na atual estrutura da Coordenação Geral de Polícia Fazendária que, com apenas dois delegados lotados numa única divisão, em Brasília, hoje é responsável pelo combate a corrupção. Pelo novo organograma, a ela seriam agregados três novos órgãos: a Divisão de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública, a Divisão de Combate aos Desvios de Verbas Públicas e o Serviço de Repressão às Fraudes e Licitações, ferramenta indispensável para penetrar no sutil mundo das concorrências públicas onde atuam as empreiteiras e os grandes fornecedores do governo federal.

Esses órgãos teriam uma estrutura correspondente nas superintendências e delegacias regionais espalhadas pelo país. Como implica em gastos, o plano está sendo analisado pelo ministro Paulo Bernardo, do Planejamento. Nos próximos dias Bernardo deverá se reunir com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, para tomar uma decisão.

A PF não informa os valores, mas diz que diante da necessidade de combater a corrupção, os custos não serão elevados. O delegado Luiz Fernando Corrêa, diretor do órgão, afirma que hoje a PF custa ao governo menos que a Fundação Nacional do Índio (Funai) e com a reestruturação poderá até mesmo ultrapassar a autarquia, mas continuará menos onerosa, por exemplo, do que a Receita Federal.

Um dos grandes argumentos utilizados pela polícia no relatório em que justifica o reforço à estrutura do órgão é o montante que escorre pelos ralos da corrupção: R$ 140 bilhões por ano, segundo estimativa baseada num relatório da Fundação Getúlio Vargas, apontando que o Brasil perde 5% de seu PIB com a corrupção. É o equivalente a tudo o que o governo federal gastaria, em valores de hoje, para custear por mais de uma década o Bolsa Família ou, numa só pancada, varrer a pobreza do mapa. Os recursos desviados representaram 24% do orçamento fiscal de despesas do governo em 2007.

O reforço e especialização do combate são justificáveis também, segundo a polícia, pela demanda que está atualmente sob a responsabilidade da Divisão Geral de Polícia Fazendária: são quase 30 mil inquéritos em andamento para investigar casos de corrupção. Desse volume, 13.798 envolvem indiciados por peculato, 3.488 por corrupção passiva, 2.240 por corrupção ativa, 3.649 por prevaricação, 3.292 por fraudes em licitações, 1.945 por concussão (extorsão praticada por funcionário público), 938 por emprego irregular de verbas públicas e 489 por tráfico de influência.

Estados com maior rejeição pelo TCU são os mais pobres

O levantamento da Polícia Federal para justificar a criação dos novos órgãos compara, ainda, os repasses de verbas federais a estados e municípios com as auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) para concluir que Bahia, Maranhão, Pará e Distrito Federal são, pela ordem, os locais que tiveram mais administradores com contas rejeitadas nos últimos quatro anos – um forte indício de corrupção. O relatório chama a atenção para o fato de que, com exceção do DF, Bahia, Maranhão e Pará – respectivamente em 4ª, 9ª e 10ª posições no ranking dos beneficiados por repasses federais –, “não por acaso, se destacam pelos elevados índices de pobreza e baixos índices de desenvolvimento humano”. É o efeito danoso dos desvios.

Outro argumento usado para justificar a implantação do novo plano, evitando cortes em decorrência do contingenciamento já anunciado pelo governo para o ano, é o de que, ao aprimorar a estrutura de investigação e desarticular as quadrilhas infiltradas na máquina, a Polícia Federal acaba produzindo uma significativa economia aos cofres públicos.

O diretor da PF diz que em 2007, em quatro grandes operações contra a corrupção, foram bloqueados ou tiveram o pagamento interrompido cerca de R$ 4 bilhões, volume superior a todo o orçamento da Polícia Federal para 2010.

Beneficiada pela leniência do Executivo e do Legislativo, que resistem à aprovação do financiamento público das campanhas eleitorais – mudança que retiraria o poder econômico privado nas eleições –, a corrupção no Brasil, segundo a polícia, alcança níveis de epidemia e corrói a máquina pública. Uma das principais chagas na área da corrupção é o conluio entre servidores públicos e empresários com interesses no governo.

Um balanço da Polícia Federal que abrange os últimos sete anos mostra que é altíssima a participação de servidores nos esquemas de corrupção: entre os 13.193 presos em 1011 operações no período, 1.880, ou 14%, são funcionários públicos. O índice seria maior se a estatística se restringisse apenas às grandes operações contra a corrupção, como a Caixa de Pandora, que resultou na prisão e cassação do ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda.

Ainda não há uma contabilidade, mas policiais e procuradores que trabalham no caso estimam que a montanha de dinheiro desviado nos últimos quatro anos ultrapasse a cifra de R$ 1 bilhão. Nas demais operações desencadeadas no país entre 2003 e 2009, o que escoou pelos ralos da corrupção supera de longe a cifra de R$ 20 bilhões. Para a polícia, a desarticulação das quadrilhas estancou a corrupção. Se parece exagero dizer que a polícia dá lucro ao governo, ela pelo menos impede perdas significativas. Além do mais, ao reforçar a estrutura de polícia fazendária, a União também acaba arrecadando mais dinheiro com a apreensão de mercadorias e a repressão ao contrabando e descaminho.

Contingenciamento ameaça reestruturações

O contingenciamento de R$ 21,8 bilhões no orçamento da União, anunciado esta semana pelo ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, conspira contra a reestruturação de órgãos públicos como a Polícia Federal e as Forças Armadas, embora ainda não se saiba claramente quais áreas serão mais afetadas.

– Acho que está na hora de parar de sacrificar a estratégia de defesa nacional – diz o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado. Na quinta-feira ele encaminhou requerimento questionando Bernardo sobre impactos do contingenciamento no reaparelhamento de Exército, Marinha e Aeronáutica.

Na elaboração do Plano Estratégico de Defesa Nacional, uma das principais preocupações do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e do então ministro de Assunto Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, era evitar que a pasta continuasse como alvo preferencial da área econômica quando o assunto é cortes no orçamento.

Azeredo diz que está preocupado com a possibilidade de as restrições afetarem projetos estratégicos para o país, como a construção do submarino nuclear, a compra de três navios-patrulha, a compra de helicópteros Seahawk e o lançamento de licitação para aquisição de três escoltas de 6.500 toneladas, sobre os quais os financiamentos já foram aprovados.

– Seria um prejuízo muito grande ao país. O governo pode economizar deixando de criar novos ministérios – sugere o senador.

*Fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/03/27/e270320026.asp

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  Postado por admin em Quinta, abril 01 @ 13:15:13 BRT (174 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral OBSERVATÓRIO SOCIAL DO BRASIL NA ONU

anny enviou "Trabalho do Observatório Social do Brasil será apresentado em reunião da ONU

A integrante da ONU considerou a rede do Observatório Social como a única iniciativa mundial que atua na transparência e no controle social de forma organizada e com resultados significativos.

As ações desenvolvidas pela Rede de Controle Social Observatório Social do Brasil (OSB), com sede em Maringá (PR) serão apresentadas na reunião de cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre em setembro, em Nova York. A ideia de levar o projeto brasileiro para ser apresentado aos 193 países-membros da ONU, nos Estados Unidos, foi de Marielza Oliveira, coordenadora do Instituto de Pesquisa e Treinamento (Unitar) – entidade ligada à ONU.

Marielza conheceu os projetos do Observatório durante a Conferência Internacional das Cidades Inovadoras (Cici) 2010, realizada em março, em Curitiba. A integrante da ONU considerou a rede do Observatório Social como a única iniciativa mundial que atua na transparência e no controle social de forma organizada e com resultados significativos.

O tema da reunião que ocorre em setembro será os Objetivos do Milênio. A diretora executiva do Observatório Social do Brasil, Roni Enara, comenta que a ONU considerou a rede de Observatórios como o case de transparência e controle do gasto público que cumpre o oitavo objetivo do milênio: Todos juntos trabalhando pelo Desenvolvimento. “Para nós, este é o nível máximo de reconhecimento”, diz. “Apresentar a rede para os 193 presidentes que integram a organização nos dá muita credibilidade.”

Quem indicou o Observatório Social do Brasil ao Unitar foi o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo Rocha Loures, que também é secretário geral do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, que coordena os Objetivos do Milênio no Brasil.
Além do convite para apresentação do trabalho da rede em Nova York, o Observatório Social do Brasil firmou parceria com o Unitar e com o Centro Internacional de Formação de Atores Locais (Cifal) – órgão da ONU na América Latina – para capacitação de atores de desenvolvimento local em países da América Latina e no Caribe.

A rede

A rede conta com Observatórios Sociais instalados em 50 cidades e oitos estados brasileiros, enquanto diversas cidades do estado estão se mobilizando para a instalação do Observatório ainda neste semestre. Os interessados podem acessar o site www.observatoriosocialdobrasil.org.br para agendar palestra.

Através dos Observatórios Sociais é realizado o acompanhamento dos recursos públicos com a participação, em tempo real, nas licitações, bem como em diversas análises e sugestões, relativas à gestão pública, levadas aos poderes executivo e legislativo locais. O objetivo é evitar que os recursos saiam dos cofres públicos por desvios ou má aplicação. O acompanhamento e intervenções dos Observatórios Sociais são realizados nas Prefeituras, Câmaras, autarquias e órgãos afins, no âmbito municipal.

*Fonte: imprensa@textualcom.com.br

Site do Observatório Social do Brasil:
www.observatoriosocialdobrasil.org.br"
 
 
  Postado por admin em Quinta, abril 01 @ 13:13:59 BRT (170 vizualização(ões))
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  Notícias de Controle de Contas Públicas OBSERVATÓRIO SOCIAL EM CAMPOS

Vani enviou "
A PROEX/UENF, por meio do projeto Participação Política e Estado, coordenado pelo Cientista Político Prof. Dr. Hamilton Garcia,  em parceria com o Instituto Federal Fluminense (IFF), Universidade Candido Mendes (UCAM), empresários, líderes comunitários e sindicalistas locais, vem mobilizando a sociedade campista para o controle social sobre os governos locais. O projeto parte da premissa que o bom governo depende de mecanismos sociais de controle com a participação do cidadão na gestão pública, fiscalizando e monitorando as ações governamentais.
Para tanto, está em processo de estruturação o Movimento Nossa Campos (MNC), que pretende ser um pólo de atração dos diversos setores sociais interessados no controle social e, por tabela, no bom governo.
Com vistas a isso, convocamos todos os interessados para se fazerem presentes na reunião desse domingo (28/03), na OAB*, às 16h, para a fundação do OBSERVATÓRIO DE CONTROLE DO SETOR PUBLICO (OCSP) que, vinculado ao MNC e inspirado no Instituto da Cidadania Fiscal (ICF)**, pretende monitorar, progressivamente, os processos licitatórios locais – da divulgação dos editais à entrega das obras –, estimulando a livre concorrência entre as empresas de modo a maximizar o uso dos recursos públicos em prol de toda a coletividade.Campos, 24/03/2010 Movimento Nossa Campos* Rua Barão da Lagoa Dourada, 201 - Centro -, em frente à Pça. do Liceu.** Que desenvolveu tecnologia social informatizada, premiada pela ONU, visando o controle e fiscalização dos gastos públicos.  
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  Postado por admin em Sábado, março 27 @ 10:41:15 BRT (109 vizualização(ões))
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  Notícias de Controle de Contas Públicas JORNAL DO SENADO DE 23/03/2010

Vani enviou "Municípios que mais recebem royalties ainda não tem controle social. Campos, no norte fluminense, município brasileiro que mais recebe royalties do petróleo – total de R$ 938,45 milhões em 2009, incluindo a participação especial, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) –, só agora terá um observatório social para monitorar os gastos públicos, financiados em grande parte por essas transferências federais. 

O seu lançamento está previsto para 28 de março.  Inspirado no observatório social implantado em Maringá (PR), experiência premiada pela ONU, o de Campos vai atuar como um braço do movimento que surgiu dentro da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), iniciado no ano passado como projeto de extensão universitária, explicou ao Jornal do Senado o coordenador do Movimento Nossa Campos (MNC), Hamilton Garcia, professor de Ciência Política da Uenf. O senador Paulo Duque (PMDB-RJ) manifestou apoio ao MNC, que está se estruturando em meio aos debates sobre o marco regulatório do pré-sal. O senador defendeu que o país aperfeiçoe cada vez mais os seus controles sobre a aplicação dos recursos dos royalties e inclua o tema na pauta dos debates sobre o pré-sal.

O município fluminense, segundo Garcia, já havia tentado nos anos 90 viabilizar mecanismo de controle social sobre os royalties do petróleo, quando discutiu a implementação de um orçamento participativo. “O objetivo era que os investimentos fossem discutidos com a sociedade”, lembrou o coordenador do MNC. 

O que restou dos debates da época foi um fundo de desenvolvimento que, segundo Garcia, enfrenta problemas de transparência. “Nos últimos dez anos, mais de R$ 6 bilhões em royalties e participação especial reforçaram os cofres municipais de Campos. Mas não se sabe onde foram efetivamente aplicados. As obras realizadas não correspondem a esse elevado montante”, critica Garcia. 

Na avaliação do coordenador do MNC, apesar do descontentamento da população local, atualmente de 434 mil habitantes, ainda persiste a “forte tradição oligárquica rural”, herança da época da cultura canavieira da região, sustentada com pesados subsídios federais. Essa é uma das dificuldades enfrentadas pelo MNC, que ainda não conseguiu vencer as resistências de boa parte do empresariado local. 

O MNC quer seguir os passos de movimentos como o Nossa São Paulo, lançado em 2007, com cerca de 600 organizações participantes, e o Rio como Vamos, baseado na experiência colombiana em Bogotá. Os dois movimentos têm por objetivo um amplo controle social sobre os governos locais.  O MNC conseguiu formar um conselho que congrega 30 entidades. Mas ainda não conquistou sua autonomia da Uenf, meta que pretende alcançar ainda em 2010. Nesse semestre, segundo Garcia, deve realizar conferência para discutir proposta de alteração na lei orgânica do município ou aprovar lei específica que regule os gastos dos royalties do petróleo.

A resistência para enraizar um movimento de controle social sobre os gastos públicos é ainda maior em Quissamã, outro município do norte fluminense, com 19.878 habitantes. Segundo no ranking brasileiro dos municípios que mais recebem royalties e participação especial per capita (total de recursos dividido pelo número de habitantes) – foram R$ 4.760 para cada um em 2009, atrás somente de São João da Barra (RJ), com R$ 5.729,34 ( ver quadro na página) –, Quissamã não conseguiu sequer quebrar as resistências dentro da própria entidade Amoquiss, que congrega apenas 28 integrantes. “Alguns receiam enfrentar retaliações”, desabafou Ely Pereira, coordenador da ONG criada em 2005.   "
 
 
  Postado por admin em Sábado, março 27 @ 10:41:01 BRT (130 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral PARA UMA GESTÃO SÉRIA DOS RECURSOS PÚBLICOS

Vani enviou "Estados e municípios podem economizar na compra de móveis escolares 
Municípios, Estados e Distrito Federal, que tiverem interesse em  renovar e padronizar o mobiliário escolar das redes de educação básica, podem aderir ao pregão eletrônico para registro de preços, realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O mobiliário pode ser adquirido com recursos próprios ou de outras fontes. As escolas públicas dos locais prioritários definidos no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) receberão os equipamentos gratuitamente. O pregão destina-se à compra de mesas e carteiras para professores e estudantes. O gestor pode acessar a página do FNDE na internet (www.fnde.gov.br) para conhecer os modelos e preços dos móveis disponíveis e o passo a passo para a adesão. As especificações do mobiliário decorrem de acordo de cooperação técnica entre a autarquia e a Fundação de Desenvolvimento da Educação (FDE), de São Paulo, que cedeu o projeto de móveis escolares baseados nas determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O mobiliário é composto pelo conjunto do aluno (carteira e cadeira), do professor (mesa e cadeira) e por mesa acessível para estudantes cadeirantes. Todos os móveis são adaptados de acordo com idade e série do aluno e foram projetados para ter mais durabilidade que o mobiliário escolar comum. 
Registro de preços – “O pregão eletrônico para registro de preços garante maior transparência ao processo de compra, mais rapidez na contratação e padronização nacional do produto, graças à nossa parceria com o Inmetro, que verifica o cumprimento das especificações determinadas no edital”, afirma o diretor de Administração e Tecnologia do FNDE, José Carlos Freitas. “Como o pregão prevê a compra de grandes quantidades, conseguimos reduzir bastante os preços em função do ganho de escala”, conclui Freitas. A primeira experiência da autarquia no registro de preço de produtos para aquisição pelos estados e municípios foi o programa Caminho da Escola, que permitiu a compra de ônibus escolares feitos especificamente para o transporte de estudantes da área rural. Desde a implantação, em 2008, até fevereiro deste ano, o programa atendeu 2.697 municípios, com a compra de 5.721 ônibus escolares. 
Bicicletas – Além dos veículos e dos móveis, estão sendo preparados registros de preços para a aquisição de bicicletas escolares, uniformes e cadernos. No caso das bicicletas, o FNDE encomendou à Fundação Getúlio Vargas um estudo de mercado para ter um panorama geral do setor e, junto com os fabricantes, está elaborando um modelo próprio para uso pelos estudantes. 
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  Postado por admin em Sábado, março 27 @ 10:40:41 BRT (97 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral Sentenças suspeitas em Búzios... (Notícia Completa)

amelides enviou "
Sentenças suspeitas em Búzios: Corregedoria recolhe 17 processos e investiga decisões de juiz em disputas fundiárias.

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  Postado por admin em Domingo, março 07 @ 09:55:01 BRT (124 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral Sentenças suspeitas em Búzios...

amelides enviou "
Sentenças suspeitas em Búzios: Corregedoria recolhe 17 processos e investiga decisões de juiz em disputas fundiárias
RIO - Uma série de decisões polêmicas, tomadas em processos sobre disputas fundiárias em uma das cidades mais caras e badaladas do litoral fluminense, chamou a atenção da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para Búzios, na Região dos Lagos. Na mira dos magistrados da corregedoria, que estiveram no balneário no início de fevereiro, está o juiz João Carlos de Souza Correa, titular da 1° Vara da comarca. Depois de dois dias entre Rio de Janeiro, Búzios e Cabo Frio, três magistrados de Brasília, acompanhados de outros dois da Corregedoria do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), recolheram peças de 17 processos para investigação."
 
 
  Postado por admin em Sábado, março 06 @ 19:31:46 BRT (259 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral Garotinho e Rosinha se tornam réus em processo por desvio de R$ 58 milh&o

amelides enviou "O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho e outros 86 acusados de operar um esquema de desvio de verbas públicas por meio de ONGs e empresas de fachada. O prejuízo aos cofres públicos, conforme apurado pelas Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania, foi de pelo menos R$ 58 milhões. Parte dos recursos desviados foi depositada em conta do PMDB, destinada ao financiamento da campanha da pré-candidatura de Anthony Garotinho à Presidência da República, em 2006. "
 
 
  Postado por admin em Sexta, março 05 @ 23:32:02 BRT (266 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral PRAÇA PÚBLICA DE BÚZIOS É OBJETO DE AÇÃ

anny enviou "
Trata-se de ação possessória movida pela Sra. PHRYNÉIA IGNACCHITTI (Pousada Serena) pleiteando posse de praça pública do Município de Armação dos Búzios, a qual apadrinhou com base na Lei 380/2003.

Processo No 0000701-72.2007.8.19.0078
2007.078.000732-6

TJ/RJ - 30/01/2010 10:37:51 - Primeira instância - Distribuído em 17/04/2007

Comarca de Búzios  Cartório da 1ª Vara

Endereço: Dois   s/nº   Estrada da Usina
Bairro: Centro
Cidade: Armação dos Búzios

Ofício de Registro: Cartório Distribuidor, Contador e Partidor
Ação: Manutenção de posse

Assunto: Esbulho, Turbação, Ameaça / Posse

Classe: Reintegração/manutenção de posse

Autor  PHRYNÉIA IGNACCHITTI
Réu  MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS

Advogado(s): RJ138384  -  ERIKA VALLE SOARES DA SILVA
RJ121401  -  ADRIANO CARDOSO CUNHA
TJ000009  -  PROCURADOR DO MUNICÍPIO

Último movimento do processo:
Tipo do Movimento: Vista ao Advogado
Advogado: RJ143158 - ALEXEI IGNACCHITTI ARAÚJO DE NAVARRO
Data da entrega: 15/12/2009
Documentos Digitados: Vista de Autos

Xerocópias de algumas peças do processo:
http://www.4shared.com/account/dir/18486047/bb158c4/sharing.html?sId=5Mg8RNB3cUSkb5rp


"
 
 
  Postado por admin em Sábado, janeiro 30 @ 14:39:57 BRST (1392 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios Receita de Búzios

amelides enviou "Total da receita federal para Búzios:http://venha.ca/tc"
 
 
  Postado por admin em Quarta, janeiro 27 @ 06:22:59 BRST (84 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral ARTIGO: IMPRENSA DE ALUGUEL

anny enviou "
Por Fuad Faraj

Um belo dia, as faculdades em que se formarão cozinheiros e jornalistas, ensinarão para os pósteros do próximo milênio que um papel muito, muito feio foi protagonizado pela "grande"imprensa brasileira com seus relacionamentos com o Governo, nos primeiros quinhentos e poucos anos depois de Cabral. Governo seja ele quem for, porque feito uma prostituta que não renega seus favores em troca do metal mil vezes vil e mil vezes ansiado e cortejado, a imprensa nunca deixou numa mão onanista qualquer e auto-laudatória os donos da hora do poder secular. Tudo se resume a uma mera questão aritmética de estabelecer o quantum. Neste contexto um dono de jornal é tão hetaira de cais de porto quanto um deputado, seja ele de Brasília ou do Paraná. As penas de aluguel, tão numerosas quando o assunto é dinheiro, sempre se colocaram à frente das hostes dos governantes, dispostas a  confabular com o diabo e com os seus demônios se preciso fosse para engrandecer sob uma lente de aumento os feitos do governante, sejam eles reais ou sejam eles, e principalmente, os imaginários. Os políticos que nos governam em sua maioria são sujos, mas tão sujos são também aqueles que lhes andam associados no objetivo malsão de enganar o povo. Nada temos nós contra a imprensa engajada, patrocinada, aparelhada, partidária, entreguista, americanófila, ideológica ou o que for, desde que assuma que a sua "informação"   imprimiu-se com esse DNA. Clareza e Transparência, por favor, acerca do quanto cada jornal, rádio, televisão, site e quaisquer órgãos de imprensa receberam em espécie, declarados ou não, ou em benesses outras.  E sempre haveremos de querer saber quem são os benfeitores públicos ou privados ou mesmo quem são os donos ou os testas-de-ferro destas empresas "jornalísticas" que sempre esbanjam puras e excelsas virtudes inexcedíveis.


"
 
 
  Postado por admin em Terça, janeiro 26 @ 15:43:06 BRST (47 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral SANDRO LIMPA FOSSAS DETONA MEIO AMBIENTE

Anonymous enviou "Olá a todos,
 
Peço que repassem nossa corrente verde, pois somente assim vamos conseguir punir os criminosos que cospem no prato que comem.
 
"
 
 
  Postado por admin em Segunda, janeiro 25 @ 14:32:25 BRST (158 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

Anonymous enviou "

Por Romero Medeiros*

Antes, durante e após a eleição municipal de 2008, quando o atual governo assumiu, ouvimos discursos que, de forma recorrente, repetiram a intenção de implantar em nosso Município uma administração transparente, com participação da sociedade civil organizada, nas decisões de governo que afetam o cotidiano da população e desenvolver a cidade de forma sustentável, com especial atenção ao meio ambiente. Transcorrido o primeiro ano deste governo, não conseguimos enxergar, em que pese as dificuldades conhecidas, desde a gestão anterior, resultados concretos que nos façam crer que a trajetória apresentada no discurso seja a que se apresenta na realidade.

"
 
 
  Postado por admin em Segunda, janeiro 25 @ 14:26:31 BRST (134 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral BÚZIOS - ARQUITETOS DA PREFEITURA FALAM SOBRE LEGISLAÇÃO UR

anny enviou "Denise Morand (arquiteta concursada da Prefeitura de Armação dos Búzios e Conselheira da ONG ATIVA BÚZIOS) e Roberto Campolina (arquiteto concursado da Prefeitura de Armação dos Búzios e Vice-Presidente da AMOCA) falam sobre a legislação urbanística do Município no Programa A Hora da Verdade, da Rádio Sucesso.

VÍDEOS
Parte 1: http://br.video.yahoo.com/watch/6840689/17790712
Parte 2: http://br.video.yahoo.com/watch/6840801/17791005
"
 
 
  Postado por admin em Segunda, janeiro 25 @ 09:02:16 BRST (95 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios ATIVA BÚZIOS NO CONSELHO GESTOR DA APA DO PAU-BRASIL

anny enviou "
Conselho Gestor vai lutar pela preservação da Apa do Pau-Brasil, na Região dos Lagos

Paulo Roberto Araújo

RIO - Criada em junho de 2002, a Área de Proteção Ambiental do Pau-Brasil (Apa), entre Cabo Frio e Búzios, terá um novo Conselho Gestor, formado por representantes de 24 entidades ambientais, do governo e do setor empresarial. Os conselheiros tomam posse no dia 22 no auditório do Instituto Federal Fluminense, em Cabo Frio.

Com mandato de dois anos e sem remuneração, os conselheiros vão contribuir com soluções voltadas para a proteção da Apa, que envolve seis ilhas, uma imensa área de restinga e o maior nicho de pau-brasil do litoral brasileiro.

A composição do Conselho Gestor foi feita através de portaria do diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas da Secretaria estadual do Ambiente, André Ilha. O conselho será presidido pelo chefe das Apas do Pau-Brasil e Serra de Sapiatiba, Márcio Beranger. Uma das missões dos conselheiros será sugerir ações para conter a especulação imobiliária e a degradação das áreas protegidas que costumam ser invadidas por carros no verão. Outro problema é a exploração de plantas endêmicas (que só ocorrem ali) e a caça de pássaros típicos de áreas de restinga.

O presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino, disse que algumas áreas da Apa do Pau-Brasil serão incorporadas pelo futuro Parque Estadual da Costa do Sol. Nestas áreas, só será possível a visitação para fins turísticos e científicos. Segundo Firmino, o antigo Conselho Gestor não funcionou por falta de estrutura administrativa na Apa do Pau-Brasil, que agora tem diretor, sede, funcionários e veículos. Ele destacou a importância do bom funcionamento do Conselho Gestor:

- Para se fazer uma boa gestão da Apa é necessário gerir conflitos internos. Só chegaremos a soluções para a implantação e o desenvolvimento sustentável da Apa com um Conselho Gestor atuante e que divida as responsabilidades com o governo. Somente assim teremos sucesso para que as regras não fiquem apenas no papel.

Vão integrar o Conselho Gestor representantes do Inea, prefeituras de Cabo Frio e Búzios, Capitania dos Portos, Batalhão Florestal da PM, IPHAN, Ibama, OAB, Prolagos, Consórcio Ambiental Lagos-São João e Associação de Hotéis e Pousadas de Cabo Frio, entre outros.

"
 
 
  Postado por admin em Segunda, janeiro 25 @ 09:02:04 BRST (156 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral O que está em jogo é o Plano Diretor

Anonymous enviou "O que está em jogo é a consolidação do Plano Diretor
Por Cristina Pimentel
O Chefe do Executivo, ao vetar a Lei 02/09, dá mais uma demonstração de que, em Búzios, nem a independência dos poderes está a salvo do “seriado” de patologias que tem dominado a gestão do atual governo. Fica claro, também, que este governo, contrariando o Plano Diretor, não pretende prejudicar, de forma alguma, financiadores de campanha. Estas são as conclusões a que se pode chegar depois de noticiado o decreto de moratória, que, independente do mérito, joga para escanteio a autonomia da Câmara, que revogou a Lei 20 e alterou o artigo 14, da Lei de Uso do Solo, em 20/12/09. "
 
 
  Postado por admin em Segunda, janeiro 18 @ 14:23:49 BRST (152 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral As tetas da mãe-pátria

Anonymous enviou "Eles deram 115 voltas na Terra. E você pagouOs dez senadores que mais gastaram com combustíveis consumiram R$ 436,6 mil, o equivalente a 156 mil litros de gasolina 
Em apenas cinco meses, Jayme Campos gastou R$ 66 mil com combustíveis
Renata Camargo e Edson SardinhaOs senadores botaram o pé na estrada e pisaram fundo nos gastos com o dinheiro público no ano passado. Somente a despesa dos dez parlamentares que mais gastaram com combustível nos últimos nove meses de 2009 daria para bancar 291 viagens de carro (com a gasolina a R$ 2,80) entre as duas capitais mais distantes do país, Porto Alegre (RS) e Boa Vista (RR), separadas por 5.348 km. Ou percorrer 343 vezes a rodovia mais extensa do Brasil, a BR-101, com seus 4.551 km, que ligam o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Daria também para inspecionar as condições de toda a malha rodoviária asfaltada do território nacional nove vezes. Para gastar o que gastaram com combustível, os dez senadores teriam que rodar 1,5 milhão de quilômetros. Daria para dar 115 voltas em torno da Terra (o diâmetro da Terra é de 13 mil quilômetros).Esses dez senadores consumiram R$ 436.633,62 da chamada verba indenizatória para ressarcir despesas que tiveram com combustíveis e lubrificantes somente entre os meses de abril e dezembro. O valor é suficiente para comprar 155.904 litros de gasolina (a R$ 2,80), o que dá para encher o tanque de 31.188 automóveis. Os dados fazem parte de levantamento do Congresso em Foco, com base em informações do Portal da Transparência, do Senado. Foi apenas a partir de abril que a Casa passou a detalhar o uso da verba, com a identificação dos prestadores de serviço e das respectivas notas fiscais. Pelo registro das empresas, é possível identificar o ramo de atuação, mas não qual derivado de petróleo foi vendido aos parlamentares, se combustível para carros de passeio ou avião, por exemplo. 
Os senadores do DEM de Mato Grosso Jayme Campos e Gilberto Goellner foram os que mais gastaram com combustível no período pesquisado. O primeiro consumiu R$ 66,72 mil nos cinco meses em que exerceu o mandato em 2009. Ele está licenciado desde setembro para tratar de assuntos particulares. O segundo recebeu R$ 65,22 mil do Senado nos últimos nove meses do ano para cobrir as despesas com combustível, óleo e lubrificante.Na sequência dos senadores bons de tanque, aparecem dois tucanos: Marconi Perillo (GO), que gastou R$ 44,23 mil, e Cícero Lucena (PB), que consumiu R$ 42,84 mil. O petista Augusto Botelho (RR) é o quinto colocado, com R$ 38,75 mil. Dois peemedebistas surgem depois: Almeida Lima (SE), com gastos de 37,81 mil, e Romero Jucá (RR), que usou R$ 37,12 mil da verba com combustíveis.Apesar de ter deixado o Senado no início de novembro, Expedito Júnior (PR-RO) foi o oitavo colocado no ranking das despesas com derivados de petróleo. Cassado por compra de votos,consumiu R$ 34,24 mil entre abril e setembro. Efraim Morais (DEM-PB), com R$ 32,53 mil, e Romeu Tuma (PTB-SP), com R$ 37,12 mil, fecham a lista dos dez senadores que mais encheram o tanque com dinheiro público. 
"
 
 
  Postado por admin em Sexta, janeiro 15 @ 16:45:25 BRST (52 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral PREFEITO DE BÚZIOS DERRUBA A LEI 2/2009

anny enviou "Decreto do Prefeito de Búzios derruba a Lei 2/2009 (que revogava a Lei 20 e o Art. 14 da Lei 14 - Lei de Uso do Solo), aprovada pelo Legislativo em dezembro de 2009, e suspende por 90 dias licenciamentos de construções com unidades geminadas.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ARMAÇÃO DOS BUZIOS
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
GABINETE DO PREFEITO
DECRETO Nº 12 DE 14 DE JANEIRO DE 2010
DISPÕE SOBRE A SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DOS LICENCIAMENTOS DE CONSTRUÇÃO COM UNIDADES GEMINADAS NO MUNICÍPIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O Prefeito Municipal de Armação dos Búzios, no uso de suas atribuições que lhe confere o a Lei Orgânica.
CONSIDERANDO que a Câmara Municipal aprovou Projeto de Lei Complementar alterando dispositivos da Lei Complementar n 14 de 09 de agosto de 2006;
CONSIDERANDO que referido Projeto de Lei aprovado também revoga a Lei Complementar n 20 de 09 de setembro de 2008;
CONSIDERANDO que todas estas alterações promovidas na lei de uso e ocupação do solo urbano do Município de Armação dos Búzios foram realizadas sem os devidos e necessários estudos técnicos de impacto urbanístico;
CONSIDERANDO a dificuldade de interpretação sobre algumas questões relativas ao uso do solo urbano, surgidas em decorrência de tantas alterações;
CONSIDERANDO que uma das situações mais impactantes ao urbanismo do Município de Armação dos Búzios são as diminuições das frações ideais para construções, sobretudo, de edificações geminadas;
CONSIDERANDO que, na forma vigente, a legislação urbanística poderá provocar uma exacerbada concentração de unidades autônomas geminadas em frações idéias de terrenos mínimas;
CONSIDERANDO, por fim, que os parâmetros relativos as construções geminadas e frações ideais mínimas estabelecidas nas modificações que se sucederam a Lei de Uso e Ocupação do Solo Urbano conflitam com os parâmetros estabelecidos em outras legislações,
DECRETA:
Art 1°- Fica a partir desta data suspenso o recebimento e a aprovação de projetos que contemplem construções geminadas no território
do Município de Armação dos Búzios, salvo os Projetos e Programas de cunho social.
Art. 2° - No prazo de 90 (noventa) dias contados da data da publicação do presente decreto, o Poder Executivo promoverá sua revisão,
enviando a Câmara Projeto Lei ordenando definitivamente as impropriedades e contradições surgidas pela seguidas alterações na lei.
Art 3° - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas disposições em contrário.
PREFEITURA MUNICIPAL DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS, 14 DE JANEIRO DE 2010
DELMIRES DE OLIVEIRA BRAGA
PREFEITO MUNICIPAL
(Publicado no BOAB 421, de 15/01/2010)
http://www.io.rj.gov.br/asps/pdfs.asp?jornal=BOAB
"
 
 
  Postado por admin em Sexta, janeiro 15 @ 15:20:23 BRST (121 vizualização(ões))
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  De Interesse Geral Nas eleições, fontes ilícitas capturam o Estado, opina juiz

amelides enviou "Eliano Jorge

"Não é à toa que praticamente todos os grandes partidos tenham sido pilhados em flagrante, nos últimos anos, negociando apoios políticos em troca de verbas e cargos públicos. É uma prática generalizada", lamenta o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe) e membro do comitê nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o juiz Márlon Jacinto Reis, do Maranhão.
"
 
 
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  Deu no Prefeito de Búzios proíbe casas geminadas

amelides enviou "RIO - As construções de casas geminadas (casas idênticas, construídas uma ao lado da outra) estão proibidas em Búzios. O prefeito da cidade, Mirinho Braga, assinou decreto nesta quinta-feira proibindo o recebimento e a aprovação de projetos de construções geminadas, com exceção para projetos com objetivos sociais. O objetivo da medida é evitar a proliferação de casas geminadas no balneário, antigo alvo da especulação imobiliária."
 
 
  Postado por admin em Quinta, janeiro 14 @ 22:55:10 BRST (140 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios Juiz de Búzios manda Ampla religar luz em Tucuns

amelides enviou "Em sentença proferida em 13/01/2010, o Juiz João Carlos de Souza Corrêa, da Comarca de Armação dos Búzios, determinou, entre outras ações, que a AMPLA providencie a religação da energia elétrica de todos os moradores de Tucuns que solicitarem e apresentarem os seus "justos títulos" de propriedade. A AMPLA vinha cumprindo determinação anterior deste magistrado que proibia a religação."
 
 
  Postado por admin em Quinta, janeiro 14 @ 22:43:51 BRST (299 vizualização(ões))
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  Notícias da Ativa Búzios Búzios sem obras do PAC

amelides enviou "Búzios perde verbas do PAC pois não teria atendido às exigências do convênio com o Governo Federal, e nem apresentado projetos para as obras planejadas."
 
 
  Postado por admin em Quinta, janeiro 14 @ 21:50:44 BRST (137 vizualização(ões))
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